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Guias de ciclo de receita e faturamento hospitalar

O que faturistas, auditores e gestores de hospitais precisam saber para receber o que foi produzido: glosa, faturamento, autorização, auditoria, indicadores e a relação com as operadoras, com dados do setor e modelos prontos.

Comece por aqui: os 8 guias essenciais

Guias sobre ciclo de receita

Ciclo de receita

O ciclo de receita é tudo o que acontece entre a autorização do atendimento e o dinheiro na conta do hospital. Nestes guias você vê cada etapa, quem é responsável por ela e onde a receita se perde, do cadastro na recepção à conciliação do pagamento da operadora.

Guias sobre glosa

Glosa

Glosa é a parte da conta que a operadora não paga. Estes guias explicam os tipos de glosa, os motivos mais frequentes, como recorrer dentro do prazo e como medir a glosa do jeito certo, separando o que é contestado do que é perdido de fato.

  1. Glosa hospitalar
  2. Tipos de glosa: administrativa, técnica e linear
  3. Recurso de glosa: como fazer, passo a passo e modelo pronto
  4. Motivos de glosa: os mais comuns e como evitar cada um
  5. Códigos de glosa TISS: o que significa cada mensagem da tabela 38
  6. Índice de glosa: fórmula, referência do setor e meta
  7. Glosa inicial, final e aceita: o que cada uma mede
  8. Prazo para recurso de glosa: o que diz a RN 503/2022
  9. Glosa de OPME: causas e como comprovar o uso
  10. Glosa de materiais e medicamentos: motivos mais comuns e como prevenir
  11. Glosa de diárias e taxas hospitalares: motivos, códigos e prevenção
  12. Glosa de honorários médicos: equipe, via de acesso e acréscimos
  13. Glosa linear: o que é e como contestar
  14. Gestão de glosas: processo, responsáveis e indicadores
  15. Glosa em oncologia e quimioterapia
  16. Glosa em UTI e internações prolongadas
  17. Glosa em pronto-socorro e atendimentos de urgência
  18. Glosa em home care
Guias sobre faturamento

Faturamento

Faturar bem é transformar o atendimento em uma conta que a operadora aceita na primeira análise. Estes guias tratam do padrão TISS, da tabela TUSS, das guias de cobrança e das regras de cada item da conta.

  1. Faturamento hospitalar
  2. Padrão TISS: o que é, componentes e como funciona
  3. Tabela TUSS: o que é, como consultar e usar os códigos
  4. Guias TISS: SP/SADT, internação, honorários e outras despesas
  5. Tabela CBHPM: o que é, como funcionam os portes e quando é usada
  6. Brasíndice e Simpro: como precificar materiais e medicamentos na conta
  7. Como faturar OPME: autorização, nota fiscal e rastreabilidade
  8. Diárias e taxas hospitalares: o que pode e o que não pode ser cobrado
  9. Honorários médicos na conta hospitalar: grau de participação e acréscimos
  10. Pacotes hospitalares: como precificar e faturar sem perder margem
  11. Lote XML TISS: erros de envio e críticas mais comuns
  12. Demonstrativo de análise de conta e de pagamento: como ler e conciliar
  13. Conta parcial hospitalar: quando e como faturar internações longas
  14. Prazo de envio de contas por operadora: como controlar e não perder
  15. Faturamento de hemodinâmica e procedimentos de alto custo
  16. Faturamento de pronto-socorro x internação eletiva: diferenças práticas
Guias sobre autorização

Autorização

Muitas glosas nascem antes do atendimento, na verificação de verificacao-de-elegibilidade e na autorização prévia. Estes guias mostram o que conferir na recepção, o que a ANS exige das operadoras e o que fazer diante de uma negativa.

  1. Autorização prévia
  2. Verificação de elegibilidade: o checklist da recepção
  3. Negativa de autorização: o que a operadora precisa informar e como reverter
  4. Rol de Procedimentos da ANS: o que cobre e o que mudou com o STF
  5. Prazos máximos de atendimento da ANS: tabela completa e o que fazer quando estouram
  6. Senha de autorização vencida: por que acontece e como não perder o procedimento
  7. Diretrizes de Utilização (DUT): como documentar para garantir cobertura
  8. Junta médica e divergência técnica: como funciona a regra da ANS
  9. Prorrogação de internação: como solicitar e evitar glosa de diária
  10. Autorização de OPME: cotações, fornecedores e prazos
  11. Cobertura de urgência e emergência: o que a operadora é obrigada a cobrir
  12. Carência e Cobertura Parcial Temporária: impacto na conta do hospital
  13. Central de autorizações: como estruturar equipe, fluxo e indicadores
Guias sobre auditoria

Auditoria

Auditar a conta antes que a operadora audite é a forma mais barata de evitar glosa. Estes guias explicam os tipos de auditoria, como revisar todas as contas antes do envio e o que precisa estar registrado no prontuário.

Guias sobre indicadores

Indicadores

Sem indicador, a perda de receita só aparece quando falta caixa. Estes guias trazem as fórmulas dos principais indicadores do ciclo de receita, os números do setor para comparação e calculadoras para medir o seu hospital.

  1. Indicadores do ciclo de receita
  2. Prazo médio de recebimento hospitalar: como calcular e reduzir
  3. Quanto custa o atraso da operadora: o custo de cada dia de recebimento
  4. Reforma tributária nos hospitais: o que muda com IBS e CBS
  5. Observatório Anahp: o que os números dizem a cada edição
  6. Aging de contas a receber hospitalar: como montar e analisar por operadora
  7. Conciliação de pagamentos de operadoras: passo a passo
  8. Contas a receber hospitalar: provisão, baixa e perdas
  9. Capital de giro hospitalar: como financiar a operação com prazo de recebimento alto
  10. Antecipação de recebíveis de operadoras: quando vale a pena
  11. Contas não faturadas (DNFB): o indicador esquecido e como reduzir
  12. Margem e EBITDA hospitalar: quanto o ciclo de receita pesa no resultado
  13. Projeção de receita hospitalar: como prever o caixa por operadora
Guias sobre saúde suplementar

Saúde suplementar

O hospital depende das regras do mercado de planos de saúde. Estes guias explicam como a saúde suplementar funciona, o que a ANS regula, o que o contrato com a operadora precisa prever e como negociar reajustes e prazos.

  1. Saúde suplementar no Brasil
  2. As normas da ANS que afetam os hospitais
  3. RN 503/2022: o que o contrato com a operadora precisa dizer
  4. Modelos de remuneração hospitalar: fee for service, pacotes, DRG e valor
  5. Negociação de reajuste com operadoras: dados, calendário e argumentos
  6. Atraso de pagamento da operadora: direitos do hospital e como cobrar
  7. Contrato entre hospital e operadora: cláusulas essenciais e armadilhas
  8. DRG no Brasil: como funciona e como o hospital se prepara
  9. Verticalização das operadoras: o impacto nos hospitais independentes
  10. Maiores operadoras de planos de saúde do Brasil: ranking e perfil de pagamento
  11. Sinistralidade: o que é e por que ela muda a relação com o hospital
  12. Resultado das operadoras: o que os números da ANS dizem ao hospital
  13. Intercâmbio Unimed: como faturar atendimentos de outras cooperativas
  14. Descredenciamento e substituição de prestador: o que diz a ANS
  15. Mercado hospitalar do Rio de Janeiro: operadoras, redes e cenário
  16. NIP e reclamações na ANS: o que o hospital precisa saber
Guias sobre terceirização e tecnologia

Terceirização e tecnologia

Nem todo hospital precisa de mais faturistas; muitos precisam de outro modelo. Estes guias comparam faturamento interno e terceirizado, mostram como escolher um parceiro e onde a inteligência artificial já ajuda no ciclo de receita.

Mais referências