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Observatório Anahp: o que os números dizem a cada edição

Leitura comentada dos indicadores dos hospitais e das operadoras. Veja o que é o Observatório Anahp, como ele difere do Balanço trimestral, os números de 2025 e dos dois primeiros trimestres de 2026 e as armadilhas que mudam a leitura de cada edição.

Por Publicado em 9 min de leitura

O que é o Observatório Anahp?

O Observatório Anahp é o relatório anual da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) com indicadores de mercado, assistenciais e institucionais, inclusive econômico-financeiros, dos hospitais associados [4]. Os dados vêm do Sistema de Indicadores Hospitalares Anahp, alimentado pelos próprios hospitais [3]. Entre os indicadores estão a glosa e o prazo de recebimento, medidos com definições publicadas pela própria Anahp [1].

A Anahp também publica o Balanço Observatório Anahp, mais curto e trimestral. Ele combina uma seleção dos indicadores dos hospitais com os dados econômico-financeiros das operadoras de planos de saúde, tirados dos dados abertos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e tratados pela consultoria Arquitetos da Saúde [3].

Os dois documentos ficam na área de publicações do site da Anahp, com download mediante cadastro [4]. O que eles medem se encaixa nos indicadores do ciclo de receita, e é por eles que muitos hospitais comparam glosa e prazo de recebimento com o setor.

Observatório e Balanço: periodicidade, amostra e fontes

As duas publicações têm funções diferentes e não devem ser citadas como se fossem a mesma coisa.

Observatório AnahpBalanço Observatório Anahp
PeriodicidadeAnualTrimestral
Período dos dadosAno anterior completo (a edição 2025 traz dados de 2024) [1]Trimestre ou ano acumulado mais recente (a 9ª edição, de março de 2026, traz o ano de 2025) [2]
ConteúdoIndicadores de mercado, assistenciais e institucionais, inclusive econômico-financeiros, com as definições de cada um [1][4]Seleção de indicadores dos hospitais + dados das operadoras + reajustes e custos
HospitaisAssociados que informam dados ao sistema (2024: 169 associados, 119 informaram [1]; 2025: 194 associados, 138 informaram, 71,13% [6])Média dos associados: 194 em dezembro de 2025, 199 no 1º trimestre e 203 no 2º trimestre de 2026 [2][3][7]
Fontes dos dadosSistema de Indicadores Hospitalares AnahpMesmo sistema (hospitais) + dados abertos da ANS tratados pela Arquitetos da Saúde (operadoras) [3]
Edições recentes2025 e 2026 [4]8ª (janeiro de 2026, dados até o 3º tri de 2025), 9ª (março de 2026, ano de 2025), edição de junho de 2026 (1º tri de 2026) e 11ª (setembro de 2026, 2º tri de 2026) [2][3][4][5][7]

A cada edição, os números do ano anterior podem ser revistos e a amostra muda. Por isso, a regra é citar sempre a edição, o período e o denominador. No Observatório Anahp 2026, a publicação anual mais recente, os números de 2025 coincidem com os do Balanço de março: glosa inicial de 15,93%, glosa aceita de 1,72% e prazo médio de recebimento de 77,35 dias, com dados de 138 dos 194 associados (71,13%) [6]. A 11ª edição do Balanço, de setembro de 2026, traz o 2º trimestre de 2026 e muda o método da glosa inicial [7].

O que os números dos hospitais dizem em 2025 e 2026?

Os hospitais Anahp ganharam eficiência assistencial, mas o caixa piorou: o prazo de recebimento subiu, a glosa inicial ficou no maior patamar da série e a margem caiu [2][3].

Indicador (média dos hospitais Anahp)20222023202420251º tri 20262º tri 2026
Glosa inicial (% dos valores a receber das operadoras)—11,89%15,89%15,93%—11,69%***
Glosa aceita (% da receita bruta de convênios)0,78%*1,17%1,96%1,72%1,61%1,35%
Prazo médio de recebimento (dias)73,5176,3869,9177,3573,8469,54
Prazo médio de pagamento a fornecedores (dias)45,2549,4050,7048,3048,3852,78
Margem EBITDA11,26%11,89%11,68%11,05%9,45%10,60%
Taxa de ocupação76,64%76,85%78,97%77,79%76,85%—
Média de permanência (dias)4,294,103,993,763,72**3,78**
Convênios na receita bruta83,42%80,56%78,80%76,47%80,21%—

* Em 2022, sobre a receita líquida total (base antiga, não comparável). ** Novo conceito de paciente-dia em 2026. *** A partir de 2026, sobre os valores recebidos das operadoras no mês (novo método, não comparável com 2023–2025). Fontes: [1][2][3][6][7].

Prazo médio de recebimento e glosa aceita dos hospitais Anahp, 2021 a 1º trimestre de 2026 Dois painéis. Prazo médio de recebimento, em dias: 2021, 68,56; 2022, 73,51; 2023, 76,38; 2024, 69,91; 2025, 77,35; 1º trimestre de 2026, 73,84. Glosa aceita, em porcentagem da receita bruta de convênios: 2022, 0,78% (base antiga, receita líquida total, não comparável); 2023, 1,17%; 2024, 1,96%; 2025, 1,72%; 1º trimestre de 2026, 1,61%. Valores anuais e do 1º trimestre são séries diferentes. Fontes: Observatório Anahp 2025 e Balanços Observatório Anahp de março e junho de 2026. Hospitais Anahp: prazo de recebimento e glosa aceita Prazo médio de recebimento dias, da nota fiscal ao pagamento 68,56 2021 73,51 2022 76,38 2023 69,91 2024 77,35 2025 73,84 1º tri2026 Glosa aceita % da receita bruta de convênios 0,78%* 2022 1,17% 2023 1,96% 2024 1,72% 2025 1,61% 1º tri2026 Barras claras: 1º trimestre de 2026 (série trimestral, não comparável à média anual). * 2022: base antiga (receita líquida total), não comparável. Fontes: Observatório Anahp 2025; Balanço Observatório Anahp, 9ª ed. (mar/2026) e jun/2026.
Fonte: Observatório Anahp 2025 e Balanço Observatório Anahp (9ª edição, março de 2026, e junho de 2026) · média dos hospitais associados. Valores anuais e do 1º trimestre são séries diferentes. Produzido por Accrua.
Ver os números em tabela
PeríodoPrazo médio de recebimento (dias)Glosa aceita (% da receita bruta de convênios)
202168,56—
202273,510,78% (base antiga: receita líquida total)
202376,381,17%
202469,911,96%
202577,351,72%
1º tri 202673,841,61%

Três leituras saem da tabela. Primeiro, em 2025, o hospital levou 77,35 dias para receber das operadoras e 48,30 dias para pagar fornecedores, quase 30 dias financiados com caixa próprio ou crédito [2]. Segundo, a despesa total consumiu cerca de 93% da receita líquida em 2024 e 2025 e 95,09% no 1º trimestre de 2026 [2][3]: com margem estreita, cada ponto de glosa sai do resultado. Terceiro, o Observatório Anahp 2025 mostra que o problema vai além da glosa: em 2024, os hospitais receberam 88,61% do que faturaram às operadoras nos cinco anos anteriores, e as faturas com mais de 90 dias em aberto equivaliam a 61,53% do faturamento médio mensal [1].

No 2º trimestre de 2026, o prazo de recebimento foi de 69,54 dias, contra 78,49 no mesmo trimestre de 2025, e a glosa aceita foi de 1,35%, contra 1,70% [7]. O prazo de pagamento a fornecedores foi de 52,78 dias, já com o novo denominador [7].

A glosa da Anahp tem dois denominadores

A Anahp publica dois indicadores de glosa, e cada um tem um denominador próprio. A glosa inicial (gerencial) é o valor glosado pelas operadoras enquanto a conta ainda está em negociação, medido sobre os valores a receber das operadoras [1][2]. A Anahp ressalva que o indicador não considera os valores a faturar, o que pode tornar os valores a receber ainda maiores [1][6]. A partir de 2026, a Anahp passou a dividir a glosa inicial pelos valores recebidos das operadoras no mês: a série de 2026 (11,69% no 2º trimestre) não se compara com a de 2023 a 2025 [7]. A glosa aceita (contábil) é o que o hospital deixa de receber ao fim da auditoria e da negociação, medida sobre a receita bruta de convênios [2].

Daí vêm três erros frequentes. O primeiro é dividir 1,72% por 15,93% para concluir que “o hospital recupera 89% da glosa”: as bases são diferentes e a conta não tem sentido. O segundo é comparar a glosa aceita de 2022 (0,78%) com a de 2023 em diante: até 2022, o denominador era a receita líquida total [2]. O terceiro é tratar a glosa aceita como a perda total. A própria Anahp observa que os hospitais também aceitam descontos em acordos para receber faturas, que não entram no indicador [2]; numa pesquisa com 85 hospitais, a provisão para devedores duvidosos somou R$ 1,8 bilhão em 2024 (R$ 1,4 bilhão em 2023), e as glosas retidas, R$ 5,8 bilhões em 2024[8].

A diferença entre os tipos de glosa está no guia Glosa inicial, final e aceita, e a fórmula para o hospital medir a própria, no guia Índice de glosa.

Quais são as armadilhas de leitura de cada edição?

Os erros na citação dos números da Anahp costumam vir da mistura de séries, períodos ou conceitos. A tabela resume as armadilhas mais comuns.

ArmadilhaO que aconteceComo ler certo
Prazo de recebimento de 2021 citado como de 2024O valor de 68,56 dias é de 2021; o de 2024 é 69,91 dias [1]Conferir o ano na tabela original
Misturar série anual e trimestralCada trimestre tem série própria: prazo de recebimento de 75,80 (2023), 72,32 (2024), 74,31 (2025) e 73,84 dias (2026) no 1º trimestre [3] e de 76,64, 70,22, 78,49 e 69,54 dias no 2º trimestre [7]Comparar trimestre com o mesmo trimestre de anos anteriores
Usar o acumulado parcial como resultado do anoAté o 3º trimestre de 2025, a Anahp apontava glosa inicial de cerca de 18% e prazo de 78,5 dias [5]; o ano fechou em 15,93% e 77,35 dias [2]Citar sempre a edição e o período
Média de permanência de 2026Em 2026, paciente-dia passou a contar qualquer paciente assistido no dia hospitalar, inclusive internação e alta no mesmo dia; antes, era o censo da meia-noite [3]Não comparar 3,72 dias com a série anterior sem ressalva
Prazo de pagamento a fornecedores de 2026O denominador mudou de receita bruta total para despesas totais (sem depreciação, provisões e despesas financeiras) [3]Tratar 2026 como início de série
Glosa inicial de 2026O denominador passou de valores a receber para valores recebidos das operadoras no mês; o 2º trimestre de 2026 ficou em 11,69%, contra 15,63% no 2º trimestre de 2025 [7]Tratar 2026 como início de série; não ler a diferença como queda da glosa
Amostra em crescimentoOs associados passaram de 120 (fim de 2023) para 203 (2º trimestre de 2026); a Anahp alerta que a heterogeneidade afeta os números [2][3][7]Ler a tendência, não a variação de décimos
Média como metaSão médias dos hospitais associados à Anahp, não do setor hospitalar como um todoComparar o hospital com ele mesmo, usando a Anahp como contexto

O prazo médio de recebimento da Anahp é contado a partir da nota fiscal [1] e, por isso, não capta o tempo anterior à emissão, como as janelas de envio impostas pelas operadoras. Para medir o ciclo completo, o hospital precisa somar o tempo entre a alta e o envio da conta. O cálculo está no guia Prazo médio de recebimento hospitalar.

O que os números das operadoras dizem ao hospital

As operadoras médico-hospitalares se recuperaram: em 2025, o resultado líquido foi o maior da série, e no 1º trimestre de 2026 mais de 80% delas tiveram resultado positivo [2][3].

Operadoras médico-hospitalares2023202420251º tri 2026
Beneficiários (milhões)50,8851,6053,0952,93
Receitas de contraprestações (R$ bilhões)272,81304,61336,6686,07
Sinistralidade86,8%83,4%81,5%80,8%
Resultado líquido (R$ bilhões)1,9310,2923,436,02
Resultado líquido ÷ receitas0,71%3,38%6,96%7,00%
Operadoras com resultado positivo76,3%73,3%79,2%80,4%

Fonte: dados abertos da ANS tratados pela Arquitetos da Saúde, publicados nos Balanços [2][3]. O percentual de 2023 (76,3%, 426 operadoras) está no Balanço de março de 2026 [2].

Dois detalhes mudam a leitura. O resultado operacional de 2025 foi de R$ 8,78 bilhões (2,61% das receitas); o restante do resultado líquido veio sobretudo de receitas financeiras [2]. E o ganho é concentrado: as dez maiores operadoras têm cerca de 43% dos beneficiários e cerca de 71% do resultado [2]. No 1º trimestre de 2026, a Anahp estima que, sem a provisão extraordinária de uma grande operadora, o resultado do setor seria de cerca de R$ 7,6 bilhões [3].

Esses números não são os mesmos divulgados pela ANS: a série exclui operadoras odontológicas e administradoras de benefícios, e os beneficiários são ajustados pela variação orgânica [2][3]. Ao citar, informe “ANS, via Balanço Observatório Anahp”. A leitura completa está nos guias Resultado das operadoras e Sinistralidade. A série completa está em Dados do setor.

Como usar o Observatório Anahp na gestão do hospital?

Os números da Anahp servem de contexto, não de meta, e têm três usos práticos:

  1. Calibrar o próprio indicador. Calcule a glosa inicial, a glosa aceita e o prazo de recebimento do hospital com os mesmos denominadores da Anahp. Só assim a comparação faz sentido.
  2. Preparar a negociação com a operadora. Resultado e sinistralidade das operadoras, junto com o prazo e a glosa do hospital, são argumentos de reajuste e de prazo de pagamento. Abra os dados por operadora, porque a média do setor esconde quem paga pior.
  3. Pautar o comitê de receita. A cada Balanço, compare a tendência do setor com a do hospital.

O que vemos na operação

Na Accrua, usamos o Observatório Anahp como referência de leitura, e não como meta. Quando comparamos um hospital com a média, o primeiro cuidado é o denominador: a glosa inicial é medida sobre os valores a receber das operadoras até 2025 e sobre os valores recebidos no mês desde 2026, e a glosa aceita, sobre a receita bruta de convênios; o prazo médio de recebimento começa na nota fiscal. Refazemos os indicadores do hospital com a mesma base, o mesmo período e a mesma regra de contagem antes de colocá-los lado a lado.

A média do hospital também esconde a distribuição. No diagnóstico, abrimos glosa e prazo por operadora, plano e tipo de conta, a partir do histórico das contas enviadas. É nessa abertura que aparecem as diferenças que a média junta numa linha só.

Na leitura de cada edição, conferimos o ano, se o número é anual ou trimestral e se a amostra mudou. Um número trimestral comparado com um anual, ou um denominador trocado, muda a conclusão sobre o mesmo hospital.

Por onde começar

  1. Baixe a edição mais recente do Balanço e do Observatório no site da Anahp e anote período, amostra e denominadores.
  2. Recalcule os indicadores do hospital com as mesmas definições: glosa inicial sobre valores a receber (ou sobre valores recebidos no mês, para comparar com 2026), glosa aceita sobre receita bruta de convênios, prazo a partir da nota fiscal.
  3. Separe a série anual da trimestral na planilha do hospital.
  4. Abra por operadora glosa e prazo de recebimento antes de comparar com a média.
  5. Revise a comparação a cada Balanço, registrando mudanças de conceito anunciadas pela Anahp.

Perguntas frequentes sobre o Observatório Anahp

O que é o Observatório Anahp?

É a publicação anual da Associação Nacional de Hospitais Privados com os indicadores dos hospitais associados, do Sistema de Indicadores Hospitalares Anahp. Pode ser baixada no site da Anahp, mediante cadastro.

Qual a diferença entre o Observatório Anahp e o Balanço Observatório Anahp?

O Observatório é anual e completo. O Balanço é trimestral, traz uma seleção dos indicadores dos hospitais e os dados econômico-financeiros das operadoras, da ANS tratados pela Arquitetos da Saúde.

Qual é a glosa média dos hospitais segundo a Anahp?

Em 2025, a glosa inicial foi de 15,93% dos valores a receber das operadoras, e a glosa aceita, de 1,72% da receita bruta de convênios. No 2º trimestre de 2026, a glosa aceita foi de 1,35%. A glosa inicial do 2º trimestre de 2026 (11,69%) já usa o novo denominador, os valores recebidos no mês, e não se compara com os anos anteriores.

Qual é o prazo médio de recebimento dos hospitais Anahp?

Foi de 77,35 dias em 2025, de 73,84 dias no 1º trimestre e de 69,54 dias no 2º trimestre de 2026. O valor de 68,56 dias, às vezes citado como de 2024, é de 2021.

Quantos hospitais entram nos números da Anahp?

A média considera os hospitais associados que informam dados: 194 associados em dezembro de 2025, 199 no 1º trimestre e 203 no 2º trimestre de 2026. No Observatório Anahp 2026, 138 dos 194 associados informaram dados de 2025 (71,13%); em 2024, foram 119 de 169.

Os dados de operadoras do Balanço são os mesmos da ANS?

Vêm dos dados abertos da ANS, mas tratados pela Arquitetos da Saúde, sem odontológicas e administradoras de benefícios e com ajuste de beneficiários. Por isso podem diferir dos números divulgados pela própria ANS.

Fontes

  1. Anahp — Observatório Anahp 2025 (dados de 2024; definições dos indicadores, índice de recebimento, inadimplência, série do prazo médio de recebimento desde 2021).
  2. Anahp — Balanço Observatório Anahp, 9ª edição, março de 2026 (dados de 2025).
  3. Anahp — Balanço Observatório Anahp, junho de 2026 (1º trimestre de 2026; notas sobre paciente-dia e prazo médio de pagamento).
  4. Anahp — Publicações: Observatório Anahp (edições anuais, inclusive a página do Observatório Anahp 2026) e Balanço Observatório Anahp (6ª a 11ª edições).
  5. Anahp — Anahp Ao Vivo: resultados recordes das operadoras e pressão persistente sobre hospitais (15/01/2026; 8º Balanço, dados até o 3º trimestre de 2025).
  6. Anahp — Observatório Anahp 2026 (dados de 2025; amostra, glosa inicial, glosa aceita e prazo médio de recebimento, pp. 199–201).
  7. Anahp — Balanço Observatório Anahp, 11ª edição, setembro de 2026 (2º trimestre de 2026; mudança de método da glosa inicial).
  8. Anahp — “Hospitais apelam por mudanças na relação com as operadoras”, 25/03/2025 (pesquisa com 85 hospitais, jan–fev/2025)