prazo médio para receber da operadora (Anahp 2025)
que o hospital financia entre pagar fornecedores e receber
da receita contestada na primeira análise da operadora
margem EBITDA média; não sobra para absorver o atraso
Fonte: Anahp, Balanço Observatório 2026.
Você entregou o atendimento. O dinheiro entra quando a operadora decide.
Entre a alta do paciente e o crédito na conta existem três incertezas que o hospital não controla: quando a operadora vai pagar, quanto vai glosar e se o recurso vai ser aceito. Enquanto isso, folha, OPME e fornecedores vencem em dia certo.
O caminho tradicional é o banco, que avalia o hospital pelo balanço dos meses anteriores e precifica o crédito sem enxergar a produção do dia a dia. Ou a antecipação com a própria operadora: ela adianta um dinheiro que já é do hospital, cobra por isso e continua decidindo quanto vai glosar.
Prazo. 77 dias em média, sem data certa.
Glosa. 15,9% contestado; o hospital trabalha para recuperar o que já produziu.
Preço. 2% a 3,5% ao mês na antecipação comum, e o valor glosado continua esperando o recurso.

Risco precificado sobre o que realmente acontece no hospital.
Avaliam balanço, demonstrações e garantias. Um retrato que consolida meses depois e não vê contratos, operadoras, prazos e glosas.
Cobram pela incerteza.
O valor glosado fica de fora e espera o recurso.
Opera o ciclo de receita conta a conta, plano a plano. Sabe qual operadora paga em 45 dias e qual paga em 120, qual glosa recorre e qual não volta.
Cobra pelo risco real, já prevendo a melhora do recebível.
A glosa inicial entra no caixa sem esperar o recurso.
Quem opera a conta enxerga o risco. Quem enxerga o risco precifica melhor. Quem precifica melhor pode antecipar mais da produção.
Diferente de uma fintech pura, que apenas entende o balanço hospitalar, somos quem opera e otimiza o ciclo de receita de forma permanente, para que o hospital dependa cada vez menos de crédito.
Quatro passos. Um fluxo que você já conhece.
O hospital opera com a tecnologia e o ciclo de receita Accrua.
Integração ao HIS/ERP; contas auditadas, faturadas e acompanhadas conta a conta.
A Accrua lê a produção em tempo real.
Por operadora, por plano, por tipo de conta: prazo histórico, taxa de glosa, recurso aceito. Em 90 dias a leitura de risco está pronta.
A produção elegível entra no caixa todo mês.
Linha estruturada via FIDC Accrua, com os recebíveis das operadoras como garantia e sem consumir limite bancário. O desconto é apenas a média trimestral de glosa final.
A operadora paga a Accrua, inclusive o que volta em recurso.
Os quase 16% glosados na primeira análise, que a operadora paga em 90, 120 ou até 300 dias depois de um ou mais recursos, já estavam no caixa do hospital.
Produção elegível é definida em contrato por operadora e tipo de conta, com critérios transparentes na plataforma.
Tecnologia, gente com IA e capital. No mesmo contrato.
Plataforma de ciclo de receita
Integrada ao HIS: auditoria de contas, faturamento, gestão de glosa e recurso, conciliação.
Time potencializado por IA
Faturistas e auditores da Accrua operando o ciclo de ponta a ponta, conta a conta, para evitar ao máximo a glosa inicial.
Linha sobre a produção elegível
Crédito estruturado sobre a produção elegível, descontada apenas a média trimestral de glosa final.
A tecnologia escala e evita erros antes que aconteçam. A operação melhora o motor. O capital resolve o agora. Juntos, o hospital para de depender do calendário da operadora e, no médio prazo, dos juros bancários.
Três caminhos para o mesmo caixa.
Faixa de antecipação de mercado: simulações públicas de plataformas de antecipação de recebíveis de saúde, 2026.
O crédito nasce da operação. Por isso ela vem primeiro.
Não é uma barreira, é um benefício para clientes que operam o ciclo de receita completo e o motivo pelo qual conseguimos cobrar menos e antecipar mais com previsibilidade.
Contratar o Accrua OS + Operação Gerenciada Accrua.
Mínimo de 90 dias de operação conjunta para a leitura granular do recebível.
Estruturação da linha sobre a carteira elegível e o perfil de risco do hospital.
O que os CFOs perguntam primeiro.
Isso é empréstimo?
Não. É uma linha estruturada sobre a produção elegível do hospital, via FIDC Accrua, com os recebíveis das operadoras como garantia.
E se a operadora glosar depois que o dinheiro já entrou?
A glosa inicial já foi antecipada: o hospital não espera os 90, 120 ou até 300 dias dos recursos. O que fica fora é apenas a média trimestral de glosa final, a parte que a operadora de fato não paga. Os critérios ficam visíveis na plataforma, por operadora e tipo de conta.
Por que preciso usar a tecnologia e a operação Accrua primeiro?
Porque é a operação que gera a leitura de risco conta a conta. Sem ela, estaríamos lendo balanço como todo mundo, e cobrando como todo mundo.
Quanto custa?
O preço é definido sobre o risco real da carteira do hospital, depois dos 90 dias de operação conjunta. Como referência, antecipações de recebíveis de saúde no mercado giram entre 2% e 3,5% ao mês, sem antecipar o valor glosado.
Vou perder o controle do faturamento?
Não. O hospital é controlador dos dados e das decisões; a Accrua opera com transparência total e trilha de auditoria. Os detalhes estão na Central de Confiança.
Preciso trocar meu sistema de gestão?
Não. A plataforma Accrua integra ao HIS/ERP que o hospital já usa.
Quanto da produção entra no caixa?
A produção elegível, conforme critérios definidos em contrato por operadora e tipo de conta, menos a média trimestral de glosa final.
Em quanto tempo o dinheiro entra?
Mensalmente, 30 dias após o fechamento da produção hospitalar.
Serve para hospital filantrópico ou que atende SUS?
A elegibilidade é válida para todos os hospitais que recebem seus pagamentos de operadoras de saúde privadas.