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Impacto social

O dinheiro existe. Está no lugar errado.

O impacto social da Accrua começa aí: devolver ao hospital o capital que ele já produziu, e devolver à sociedade a capacidade de cuidar que esse capital representa.

O contexto

Em 2024, as operadoras lucraram. Os hospitais pagaram a conta.

As operadoras de planos de saúde do Brasil lucraram R$ 11,1 bilhões, quase quatro vezes mais do que no ano anterior. No mesmo ano, deixaram de pagar aos hospitais por serviços que já tinham sido prestados. Pacientes já atendidos. Cirurgias já feitas. Leitos já ocupados.

R$ 11,1 bide lucro das operadoras em 2024, quase 4× o ano anterior
R$ 5,8 binão pagos aos hospitais por serviços já prestados
~16%de tudo o que os hospitais faturaram ficou retido em glosas
< 2%das glosas analisadas tinham justificativa, segundo a associação dos hospitais

O resultado é um sistema em que o elo que cuida do paciente é o elo que mais sangra. Menos leitos. Equipamentos mais velhos. Equipes menores.

4 em 10hospitais privados cortaram investimento em 2024 por causa das glosas
~2 leitospor mil habitantes no Brasil, quando a OMS indica de 3 a 5

Não falta dinheiro na saúde suplementar brasileira. Falta dinheiro no lugar certo.

Quem fatura a saúde do Brasil

Pense em quem senta na sala de faturamento de um hospital.

É ela quem transforma o cuidado em conta. Quem confere cada item, cada código, cada material, antes de enviar para a operadora. Quem recebe a glosa de volta e decide se vale a pena brigar. De cada decisão dela depende se o hospital recebe ou não pelo que já fez.

R$ 2.450é o salário médio mensal de quem fatura no Brasil
50%das pessoas nessa função deixam o emprego a cada ano

É uma carreira sem escada: pouca formação, pouco reconhecimento, muita pressão e um volume de trabalho repetitivo que nenhum ser humano deveria carregar sozinho.

E quando uma delas finalmente se torna boa, quando aprende a ler contrato, a antecipar glosa, a contestar com argumento, uma healthtech ou uma consultoria a leva embora com um salário melhor. O hospital perde a pessoa, perde o conhecimento e volta ao zero.

Esse é o segundo lugar onde a saúde sangra. Não no centro cirúrgico. Na mesa do faturamento.

A Accrua foi construída para cuidar dos dois:Capital que vira leitoTrabalho que vira carreira
Capital que vira leito

A receita que o hospital já produziu, de volta ao lugar certo.

A Accrua recupera a receita que se perderia em glosas indevidas e acelera o caixa que chegaria tarde demais. Esse dinheiro não é novo. Não é crédito, não é subsídio, não é doação. É o que o hospital já tinha direito de receber e não recebia.

Hospital paga seus fornecedores46 dias
Hospital recebe da operadora73 a 79 dias

E quando ele volta para o lugar certo, vira o que a saúde brasileira mais precisa.

R$ 325 milequipam um leito de UTI novo para a sociedade
R$ 1 milhãomantêm um leito de UTI em operação por um ano inteiro

E existe um lugar onde esse capital rende mais do que em qualquer outro: o leito aberto dentro de um hospital que já existe, com o centro cirúrgico, a UTI, a marca e o credenciamento já pagos. É o investimento de retorno mais rápido que um hospital pode fazer.

Hospital novo

Entre R$ 60 e R$ 120 milhões de investimento e de 7 a 10 anos para se pagar.

Leito sobre estrutura existente

O formato de retorno mais rápido. A maior rede hospitalar do país concentra entre 75% e 80% da sua expansão nele.

É por isso que caixa recorrente importa tanto. Um hospital que recebe o que é seu, todo mês, no prazo certo, consegue financiar sua própria expansão com o próprio caixa operacional, sem dívida cara, sem vender participação, sem esperar.

Num país abaixo da referência de leitos da OMS, isso não é eficiência financeira. É capacidade de cuidar.

Trabalho que vira carreira

Escolhemos ser o empregador que essa profissão nunca teve.

A Accrua não vende um software para o faturamento do hospital. A Accrua assume o faturamento e a auditoria. E isso significa que as pessoas dessa função são o nosso time.

  1. 01

    Formamos

    Curso próprio de formação em ciclo de receita, aberto a quem vem de fora do setor ou de funções de baixa qualificação. O conhecimento fica com a pessoa, dentro ou fora da Accrua.

  2. 02

    Remuneramos melhor

    Pagamos por performance, acima da referência de mercado de R$ 2.450. Quem recupera para o hospital o dinheiro de um leito merece ganhar como quem faz isso.

  3. 03

    Retemos

    Numa função em que metade das pessoas vai embora a cada ano, nosso compromisso é manter o turnover voluntário abaixo da referência do setor.

  4. 04

    Medimos quem entra

    Gênero, raça e origem socioeconômica fazem parte do que reportamos. Essa carreira é uma das portas mais acessíveis ao trabalho qualificado no Brasil, e queremos que esteja aberta a quem mais precisa.

O setor trata a faturista como custo. Nós a tratamos como a pessoa que mantém o hospital aberto.

IA e pessoas

Se a IA faz o trabalho, para que servem as pessoas?

Existe uma pergunta justa, e a resposta está no que a IA faz e no que ela não faz.

A TIARA absorve

O volume

Milhares de contas conferidas item a item contra o contrato, inconsistências corrigidas antes do envio, risco de glosa antecipado, cada decisão registrada de forma auditável. O trabalho repetitivo e invisível que ninguém deveria fazer à mão.

O humano assume

O trabalho de maior valor

A contestação difícil, a negociação com a operadora, a auditoria complexa, o caso que não cabe em regra nenhuma.

A IA não substitui a faturista. Ela transforma a faturista em especialista.

É isso que permite, ao mesmo tempo, pagar melhor e reter mais.

Nosso impacto em números

O que já devolvemos à saúde brasileira.

12 midevolvidos aos hospitaisGlosa indevida recuperada mais capital de giro liberado. Dinheiro que só voltou porque a Accrua existe.
37leitos de UTI custeadosCada R$ 325 mil custeia um leito novo. O equivalente a 12 leitos mantidos em operação por um ano.
168empregos qualificadosFaturistas e auditores formados e remunerados acima da média, numa função onde metade sai a cada ano.
17dias de caixa devolvidosRedução média do intervalo entre o que o hospital faz e o que o hospital recebe.
Como medimos, e o que não prometemos

Impacto social é fácil de afirmar e difícil de provar.

Por isso só contamos o que conseguimos medir.

O que medimos

O que está sob nosso controle: o capital recuperado, os dias de caixa devolvidos, as pessoas formadas, o salário pago, quem ficou. Cada hospital entra com uma linha de base, medida antes da Accrua, e todo número que publicamos é a diferença em relação a ela.

O que não prometemos

O que o hospital faz com o caixa que recupera é decisão dele. Dizemos que o capital devolvido custeia um leito, porque é verdade. Não dizemos que abrimos o leito, porque quem abre é o hospital.

Preferimos um número menor e honesto a um número grande que não resiste a uma pergunta.

É assim que queremos ser cobrados.

Hospital a hospital

Não vamos resolver a saúde suplementar brasileira de uma vez. Ninguém vai.

  • Cada hospital que recebe o que é seu é um hospital que não fecha.
  • Cada R$ 325 mil que volta para o caixa certo é um leito de UTI que a sociedade pode custear.
  • Cada faturista que vira especialista é uma carreira que deixou de ser descartável.

Hospital a hospital, pessoa a pessoa, a Accrua devolve à sociedade a capacidade de cuidar de um país que opera com menos leitos do que precisa.

Esse é o retorno social de corrigir uma ineficiência que o sistema tratava como normal.

Nossa missão

Devolver ao hospital a receita que é sua por direito

Hospitais não deveriam perder receita porque a infraestrutura parou no tempo. A Accrua reconstrói os sistemas que sustentam a saúde moderna e devolve eficiência, previsibilidade e resultado financeiro.

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